Olhar, ver e não tocar
sentir o cheiro
comer com os olhos
salivar feito cachorro na vitrine de frango
e fingir que nada acontece
Olhar, admirar sem demonstrar
saber notícias
ouvir a voz
disfarçar a casualidade do encontro
e senguir em frente
Olhar, olhar
e sair de fininho...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Telma ama alguém
Telma ama alguém que não está
que não pode tocar
que não tem como sentir
que não há como não amar.
Telma ama alguém que não vê
que não comete asneiras
que não fala besteiras
que não pode amar.
Telma ama alguém
perdidamente, desesperadamente,
masoquistamente, ludicamente...
infelizmente....
que não pode tocar
que não tem como sentir
que não há como não amar.
Telma ama alguém que não vê
que não comete asneiras
que não fala besteiras
que não pode amar.
Telma ama alguém
perdidamente, desesperadamente,
masoquistamente, ludicamente...
infelizmente....
domingo, 28 de junho de 2009
M J
Branco ou negro?
Homem ou menino?
Rico ou endividado?
Feliz ou atormentado?
Não importa.
Muitos podem ser ídolos...
Poucos podem ser mitos...
Homem ou menino?
Rico ou endividado?
Feliz ou atormentado?
Não importa.
Muitos podem ser ídolos...
Poucos podem ser mitos...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Meia noite
...é sempre essa a hora do tormento
da saudade incomensurável
do arrebatamento eterno
do uivo do lobo
do contínuo agonizar dos loucos
das marés gigantescas
da chuva barulhenta
do silêncio das almas perdidas
do caos
do suor
do medo
da ira
e dos sonhos que invadem essa meia noite
quase inteira...
da saudade incomensurável
do arrebatamento eterno
do uivo do lobo
do contínuo agonizar dos loucos
das marés gigantescas
da chuva barulhenta
do silêncio das almas perdidas
do caos
do suor
do medo
da ira
e dos sonhos que invadem essa meia noite
quase inteira...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Sin
Contei todas as estrelas
Rodei por todas as esferas
Senti a dor da espera
Fiz rondas noturnas
Viajei para vários mundos
Cometi todos os pecados
Bebi todos os vinhos
Andei por muitos caminhos
Chorei todas as mortes
Abri todos os cortes
E não sei o porquê
Amei todas as versões de você.
Rodei por todas as esferas
Senti a dor da espera
Fiz rondas noturnas
Viajei para vários mundos
Cometi todos os pecados
Bebi todos os vinhos
Andei por muitos caminhos
Chorei todas as mortes
Abri todos os cortes
E não sei o porquê
Amei todas as versões de você.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Gardel, Gardel
Minha vida é um tango
Triste e compassado
Uma rosa vermelha na boca
Um fenda no vestido
Um som lindo, cadência
Física, ciência
E aquela tristeza
Que Gardel compôs pra mim!
Triste e compassado
Uma rosa vermelha na boca
Um fenda no vestido
Um som lindo, cadência
Física, ciência
E aquela tristeza
Que Gardel compôs pra mim!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Saída
Não sei mais o que vem a ser saudade, não sei mais o que venha a ser amar, não sei mais quem é você, só sei que não sei mais amar você, não sei sentir sua falta, não sei mais teu cheiro, teu gosto, te desgosto, te desprezo ao som de seus acordes, e acordo deste pesadelo de anos a fio, e confesso: ser feliz não tem nada de você, pelo contrário, felicidade não é teu sinônimo. Ah! Enfim liberdade Adios!!!!!!
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Bonnie e Clyde
PC240021